Mostrando postagens com marcador Digimon PDM. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Digimon PDM. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Digimon PDM: Episódio 11 - Duas promessas e dois corações

Clique aqui para ler os capitulos anteriores
- Assim... – Jon se vira para Miguel, que percebe. Em seu punho direito, de sua luva uma lâmina branca havia aparecido, semelhante à espada de Miguel só que mais longa. – É desse jeito que se vence um digimon moleque. – Ao lado dele, Bro recolhia a linha de sua vara de pescar. – Enquanto fala, Jon abre um sádico sorriso.

- Não precisava de tanto. – Silas se junta ao trio de adultos. Agora não só Miguel, mais Felipe e Luiza reparavam que aquilo tudo fora muito assustador. – Alias onde está o ruivo?

- É mesmo, ele nem sequer deu as caras... – Solarmon contempla pensativo. – Deve ter tido um staff depois de usar tanto digisoul. Mesmo assim ele é impressionante.

- Espera ai! Porque não posso ir! – Antes que a conversa se desviasse Miguel volta com o assunto.

- É simples moleque, olhe ao seu redor. – Jon fala displicentemente. – Dos que lutaram em condições até inferiores as que a suas, você é o mais ferrado. Eu os curei do cansaço pela falta de experiência e dosagem de digisoul, o corpo deles ainda não ta acostumado.

- Mas... – De fato o único com roupas esgarçadas era Miguel, todos tiveram pequenos ferimentos e no mais apenas cansaço.

- Pelo que fiquei sabendo, já despertou seu digisoul há algum tempo. Já devia saber manipula-lo! – Jon agora falava firme e intimidador com Miguel. – Estou te fazendo um favor, fique aqui e deixe que vamos ao Digital World. Aquele mundo não é brincadeira. Os outros dois garotos foram escolhidos por alguma razão, mas você é apenas um enxerido... Use sua inteligência moleque.

- Quem você acha que é pra falar assim com o Miguel?! – Agumon entra no meio de Miguel e Jon. Seu parceiro estava de cabeça baixa encarando a verdade.

- Se ele for inteligente, vai escolher a coisa certa... – Jon se vira e começa a sair do local. Os demais o seguem, Felipe e Luiza mesmo que contrariados são levados por Silas e Bro.



- Espera ai! – Agumon rosna. – Nós lutamos juntos e derrotamos o Tuskmon! Só não o transformei em dados porque Miguel disse para não faze-lo! Se você acha... – Antes que pudesse concluir Miguel passa por Agumon.

- Cala a boca Agumon ele está certo. – Ainda de cabeça baixa o rapaz concorda com Jon que sorri. – Somos fracos.

- Miguel...

Todos com certa tristeza, ouvem a afirmação de Miguel. – Eu já fiz minha escolha! Eu vou mesmo assim! – Miguel grita para a surpresa de geral. – Prometi ao Agumon que o ajudaria!

- Já disse moleque! Você vai morrer lá!

- Isso quem se preocupa sou eu! Nada que você diga vai me impedir, se não conseguir ir na mesma fenda, irei na próxima que aparecer! – Miguel encarava Jon, agora muito confiante. Por fim o motoqueiro dá um leve sorriso.

- Quanto tempo Silas?

O pesquisador tira seu pequeno computador de bolso e começa a fazer cálculos, após alguns segundos conclui. – Trinta dias... Certo, em um mês concluirei meu gerador de fendas digidimensionais.

- Um mês certo... Então moleque, tenho uma proposta pra você! – Jon olha para Miguel que se assusta porem se mantem firme.

- Diz.

- Nesse um mês, venha e treine comigo. Te deixarei pronto para o que quer que seja ou esteja naquele mundo. – Ele olha para Miguel que se assusta. – Treino em tempo integral, será como um acampamento. O que acha?

- Eu... Eu não sei, e a escola? O que vou falar pro meu pai?

- Isso não é comigo, minha proposta é essa. Vou te dar essa ultima semana para decidir. – Jon olha para o relógio que trazia no pulso. – Hoje é segunda, no sábado as oito da noite, me encontre em frente ao prédio do Silas. Se você vier, é porque aceitou as condições, se não aparecer entenderei sua resposta. – Ao terminar de falar, Jon sai do galpão.

- Eu...

- Vamos cara, não precisa decidir agora. – Felipe, empurra Miguel e junto com os demais o grupo volta para suas respectivas casas.


segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Digimon PDM: Episódio 10 - Encontro das gerações de domadores

Clique aqui e conheça mais sobre essa fanfic!

- Digimon! – Agumon exclama no exato momento que as luzes se acendem. De fato, estavam em um imenso galpão, grande o suficiente para se guardar aviões. Do outro lado do local, havia um dinossauro verde, com chifres saindo de suas costas, era musculoso e com varias cicatrizes pelo corpo.

- Finalmente! – Ele grita enquanto abre sua grande boca. – Eu sou Tuskmon chefe do Esquadrão dos Anuladores e a ultima coisa que irão ver! – Ele para de falar e parte na direção do grupo.

A chuva recomeçava a cair, do lado de fora do corredor de vidro que agora era um corredor de cacos Felipe dormia absorto, perto dele Luiza jazia no mesmo estado. Seus respectivos parceiros digimons tentavam acorda-los para ajudar Miguel e Silas que foram em direção a uma emboscada. – Vamos acorda cara! – Falcomon dava leves tapas na face de Felipe.

- Não adianta eles não voltam! – Lunamon desesperada balançava a cabeça de Luiza.

- Não vamos desistir! Continue chamando a Luiza! – Falcomon sem parar agora sacudia Felipe pelo colarinho da camisa.

Em outra parte da fábrica, Alan ao ouvir o grande estrondo das batalhas que acabavam de acontecer começava a seguir naquela direção. – Eu falei para ficarem fora do meu caminho... – Antes que pudesse chegar mais perto suas pernas falham e ele se apóia em uma parede. – Droga... – Leomon que o seguia não entende o motivo do fraquejo do ruivo.

- Está ferido? – O digimon leão o questiona desconfiado.

- Não... Eu... – À medida que falava o rapaz sentia estar perdendo a consciência. – Só preciso descansar um pouco. – Logo que termina de falar Alan cai pesadamente no sono.

- Lá vem! Se preparem. – Silas ergue os punhos já com suas digiweapons equipadas.

- Ta... Ta certo... – Miguel ainda assustado saca sua espada e olha em direção ao grande dinossauro que vinha desembestado em sua direção.



Tuskmon joga sua cabeça a frente, pronto para abocanhá-los. – Vou engoli-los! – A poucos centímetros de morder, repentinamente algo o para. Silas encoberto de Digisoul e usando suas luvas empurra as presas do digimon dinossauro.

- Ataquem! - O pesquisador dá a ordem e chance para um contra ataque.

- Sol Calor! – Solarmon abre sua mascara metálica e dispara duas engrenagens vermelhas quentes.

- Tri - Baby Flame! – Agumon salta e no ar dispara três bolas de fogo. Os dois ataques percorrem até Tuskmon e acertam uma placa de metal que o mesmo levava no ombro esquerdo com o “A” que registrava que o dinossauro fazia parte dos anuladores. Ao acertar aquele local, os ataques não o afetam. – Miguel! – Agumon chama por seu parceiro que estava com sua espada em punho e as pernas travadas.

- Peguei você! – Ainda com a boca aberta, Tuskmon urra para Silas. Seu primeiro ataque era apenas uma isca. - Slamming Tusk! – Com seu punho direito encoberto de chamas amareladas ele se prepara para acertar Silas, Miguel e seus digimons.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Digimon PDM: Episódio 09 - Do céu ao mar, uma grande batalha!

Conheça mais sobre essa fanfic!
Passava das onze da manhã, a cidade nem sequer fazia ideia que monstros digitais lutavam em uma fábrica abandonada na área mais humilde da cidade. Nesse momento uma grande moto Harley Davidson prateada, para em um sinal de transito. Pilotando uma pessoa vestida com jeans, jaqueta preta e capacete negro aguardava. – Então é aqui... Lugar estranho pro Silas se esconder... – A voz era masculina e parecia não falar com ninguém.

- É uma bela cidade, daria pra viver bem por aqui... – Uma voz infantil sai da mala de viagem que o homem levava presa a moto.

- Deixa de bobeira... E então... Já sentiu? – Ele indaga com uma voz aborrecida, enquanto aguardava o sinal ele levanta um pouco o visor do capacete e baixa novamente.

- Claro que sim, a pressão é tanta que os dados praticamente explodem por ai... Vamos lá? – A voz apesar de infantil demonstrava serenidade.

- E pra que viemos? – O sinal abre e a moto acelera. Alguém muito importante estava para chegar.

- Eu to com fome! – Agumon grita desesperado.

- Cala a boca! – Miguel rapidamente fecha a boca do dinossauro com as mãos. – Quer denunciar nossa posição?

- Deixa ele cara... Não tem ninguém perto, se tivesse o aparelho do Silas iria acusar. – Felipe caminhava mais atrás com Falcomon. – Certo?

- Exato. – Silas caminhava ladeado por Solarmon. – Algo grande está aqui.

- Eu... Posso... Sentir... o cheiro... – Agumon tenta falar pelo canto da boca. – Estão perto... Muito perto. – Miguel solta o focinho do digimon que começa a farejar. – Tem cheiro de explosivo, muitos explosivos...

- Essa fábrica, o que ela fazia? – Miguel examina ao redor, pareciam estar em uma espécie de estufa abandonada, o teto e as paredes eram de vidro mais não haviam mesas no local nem nada no local alem de lixo.

- Remédios, não só os fabricava como também transportava e tudo mais, só que por alguma razão ela fechou. – Felipe e Falcomon faziam poses para as vidraças.

- Não sei gente, mais é melhor sairmos daqui. – Luiza sugere, sua voz era preocupada. – Não sabemos onde está o Alan, está tudo muito quieto e aqui seremos alvos fáceis. Sabe-se lá que coisa pode tentar nos atacar.

- A Lu tem razão, vamos sair daqui. – Lunamon concorda com a menina que já começava a andar mais rápido. Logo todos a seguem, exceto Agumon que ficara olhando pelos vidros.

- Anda logo Agumon! Vamos te deixar para trás. – Emburrado Miguel gritava para o dinossauro que parecia não escutar. – Dinossauro idiota anda logo!

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Digimon PDM: Episódio 08 - O leão, o ruivo e a lâmina mortal

clique aqui para saber mais sobre a fic
Eram quase dez da manhã, as pessoas já estavam em seus respectivos serviços ou escolas, devido o tempo ainda estar um pouco nublado, ninguém parecia notar uma espécie de coruja do tamanho de uma criança de doze anos, carregando um adolescente agarrado a suas pernas pelo céu entre as nuvens de chuva. – Vamos Falcomon, não o perca de vista! – Felipe, gritava enquanto prestava atenção mais a frente.

- Pode deixar! – O digimon ninja responde. Mais a frente pulando por cima de prédios havia uma espécie de lagarto bípede, com um tipo de armadura militar, Sealsdramon, extremamente ágil ele corria e saltava pelos edifícios sem nem hesitar, sua missão “Denunciar o paradeiro dos digimons dos arcanjos.”.

- Eles ainda estão atrás de mim... Parece que têm mais outros vindo pela rua. – Saltando por entre dois prédios, o digimon olha e vê um carro branco fazendo uma curva brusca.

- E então? – Miguel estava no banco da frente, Silas dirigia a toda velocidade, atrás Luiza segurava Lunamon no colo enquanto Agumon e Solarmon olhavam pela janela. – Sabe para onde ele está indo?

- Segundo o SPD, meu sistema de posicionamento digital, parece que ele está voltando para algum lugar. – O pesquisador dirigia se guiando apenas pelo pequeno painel do aparelho que mostrava um mapa, sem se importar com outros carros ou pedestres pela rua, como mágica até agora estavam vivos.

- É o Sealsdramon, ele é expert em assassinato, espionagem e essas coisas que se deve fazer inconigtamente. – Solarmon explicava para os que estavam dentro do carro. – Ele não nos atacou antes porque soube que não teria chance contra tantos de uma vez...

- Quer dizer, que se nos pegasse sozinhos pela rua... – Luiza não termina a frase com uma certa hesitação.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Digimon PDM: Episódio 07 - A missão dos escolhidos!

clique aqui para saber informações sobre a fic

O dia estava nublado, após a chuva da noite anterior todas as ruas estavam molhadas. Na parte “velha” da cidade, em um prédio abandonado, uma fenda digidimensional se abre, sendo maior que as outras fendas cinco seres aproveitam e passam para o mundo humano, todos com formas diferentes e monstruosas. – E então? – O que tinha uma monstruosa voz indaga.

- Varredura feita chefe... Nenhuma forma de vida a menos de trinta metros daqui, sem perigo de sermos escutados. – Um ser menor tinha uma luz vermelha na altura do que deveriam ser olhos, aos poucos a luz enfraquece até que se apaga de vez.

- Lugarzinho seco... Preciso achar alguma água logo... – Outra voz começa a se queixar enquanto se arrasta escadas a cima.

- E eu quero me esticar um pouco, sou um ser dos céus! Ficar trancafiado é o fim. – O ultimo reclama olhando pela janela.

- Esperem! – A primeira voz, ruge fazendo todos se calarem. – Nossa missão aqui é encontrar os digitamas e neutraliza-los... Aquele Leomon foi enviado também... Por enquanto precisamos localizá-lo. Dramon é com você.

- Pode deixar capitão. – Sealsdramon se aproxima da janela e a abre. – Distancia até o chão, quatro metros e meio, voltarei assim que encontra-los. – Terminando de falar o digimon assassino salta e desaparece no ar.

- Não iremos decepcioná-lo General. – A grande voz ruge enquanto observa Sealsdramon partir. – O esquadrão de elite os Anuladores cumprirão mais essa missão.

- De onde vocês tiraram isso!? – Miguel observava Felipe e Luiza cada um com seus digimons nos braços.

- Realmente intrigante... Quer dizer que vocês foram escolhidos... – Silas tomava uma xícara de café enquanto coçava a cabeça.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Digimon PDM: Episódio 06 - Você foi escolhido

Não recomendado para menores de 12 anos.

Uma grande porta se abre, media em torno de uns seis metros de altura. Por ela apenas um ser coberto pelas sombras passa, o local era totalmente escuro a não ser por um filete de luz que irrompia pelo teto até o centro da sala que iluminava um velho livro, tinha as páginas amassadas, rasgadas e capa dourada alem de ser muito grosso. O ser passa ao lado do filete de luz, depois de mais alguns passos ele para e se coloca sobre um joelho, tinha a aparência bem humana, com cabeça, braços e pernas, mais a frente dois olhos se abrem. - Então o que tem para me dizer? – O dono dos olhos era gigantesco, sua voz era grossa e estrondosa.

- Pai, vim lhe trazer os relatórios das ultimas operações. Aquele Agumon foi neutralizado, só que ele não estava com a relíquia... – O primeiro tinha uma voz jovial e confiante.

- Como? – O “pai” esbraveja com seu filho. – Então com quem ou onde ela está? – Havia uma grande fúria em sua voz, do lado de fora do local podiam ser ouvir trovões.

- Pai, se acalme! Deixe-me terminar, já enviamos farejadores para refazer os passos do Agumon, a relíquia esteve com ele isso é certo. – Ao ouvir as palavras de seu filho, os trovões do lado de fora cessaram. – Ninguém ainda a pegou, é apenas questão de tempo até que coloquemos as mãos nela... Agora, há outra noticia ruim.

- Diga – O ser gigantesco voltara a falar como antes. – A essa altura nada mais pode me aborrecer.

- Nossos espiões nos informaram que eles já foram enviados. Fui pessoalmente lá só que já era tarde, infelizmente não pude chegar a tempo para impedir... – Ele para de falar achando que ouviria novos raios lá fora, e estranha por nada acontecer.

- Então foi a ultima moeda foi lançada, interessante... Filho, eu irei deixar isso em suas mais do que capazes mãos, deixe-me orgulhoso como meu General. – O grande ser se cala e seus olhos se fecham.

- Agradeço por sua confiança pai. – O general se levanta, faz uma especie de reverencia e sai do local, quando as portas se abrem e ele a atravessa dá de frente com uma grande legião de digimons dos níveis adulto e estreante, parecendo curiosos com o que seu líder havia dito. – Seu líder se pronunciou! – Ergue as mãos enquanto os digimons gritam de excitação. – Fiquem tranqüilos, está tudo sobre controle... Agora voltem a seus afazeres. – Os digimons gritam e se felicitam um pouco e se vão. O general se retira também até uma grande sala com monitores que pareciam flutuar no ar. – A próxima fenda digimensional se abrirá no quadrante cento e quarenta e oito, chamem os Anuladores, eles farão uma viagem...

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Digimon PDM: Capitulo 05 - Desperte digisoul, o Dragon Roar!

Não recomendado para menores de 12 anos

- Como é que é? – Miguel havia se exaltado, aquelas palavras soaram como algo impossível, mas logo ele se lembra da historia que havia acabado de ouvir e se senta novamente. – Então tem como fazer o Agumon crescer de novo?

- E tipo, eu também posso? – Felipe se mostrava cada vez mais interessado naquilo tudo, exceto ao fato de nada daquilo ter haver com ele.

Silas sorria enquanto Miguel e Felipe examinavam o digivice. – Bom pra começar, seu digisoul tem que ser desperto depois devemos identificar de qual tipo ele é. Claro, vamos começar com isso, antes... – Ele para de falar um minuto, se levanta e vai até uma pequena geladeira, quando volta os rapazes notam que o estranho homem havia posto lentes escuras nos óculos, ele se senta com expressão séria, tinha os punhos cerrados. – Bom tenho uma pergunta a vocês, antes de tudo. – Ele abre as mãos e em cada uma de suas palmas há uma jujuba, uma azul e outra vermelha. – Se vocês escolherem a azul...

- Ta de brincadeira! – Miguel mal acreditava naquilo. – Vai dizer que se escolhermos a azul nós vamos esquecer de tudo e a vermelha descobrir a verdade? – Ele olha para Felipe que já se preparava para apanhar a vermelha.

- É to de brincadeira sim. – Silas fecha as mãos e engole as balas. – Bom precisarei de uma amostra de seu DNA Miguel. – Enquanto tirava as lentes escuras, Solarmon voa até Miguel e lhe arranca alguns fios de cabelo.

- Ai! – Miguel alisa seus cabelos loiros – Era só pedir... E então.

- E eu como fico? Vai me deixar de fora? – Felipe pergunta impaciente, aquilo lhe parecia bem divertido.

Silas se levanta e começa a voltar para a sala dos computadores. – Felipe, me desculpe mais eu vou, não posso despertar seu digisoul, ainda não sei como, apenas digimons que tem certo “vínculo” com humanos conseguem isso, eu tenho o Solarmon e Miguel tem o Agumon...

Felipe – Entendo... – Ele baixa a cabeça por um segundo, Miguel e Agumon o acompanhavam seguindo a Silas e Solarmon. – Ta beleza então, eu quero ajudar no que der! – Rapidamente ele se levanta com seu característico sorriso.

- Certo. – Silas segue para a sala dos computadores, Solarmon flutua até uma grande máquina e coloca os fios de cabelo de Miguel em um tubo de ensaio, depois os fecha em uma espécie de microondas. – Bom agora irei isolar seu DNA e começar a confecção do seu Digivice, isso deve levar quase 24 horas. Só mais uma pergunta...

- Diga... – Miguel examinava os computadores, havia algoritmos em todos eles.

- Depois disso não haverá mais volta... Está consciente disso? – Silas digitava em um computador.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Digimon PDM: Capitulo 04 - A velha história de Silas

Não recomendado para menores de 12 anos


Tudo estava escuro, parecia um eterno ébano de desesperança e tristeza, Miguel se via flutuando por ali, seu corpo inerte não respondia aos comandos de seu cérebro, quando tenta gritar sua voz desaparece e uma agonia que parecia perfurar seu peito instantaneamente surge. Ele começa a tentar se debater e gritar desesperadamente.

- Alguém me tira daqui! Ajudem! – O rapaz estava deitado em uma espécie de cama improvisada, aquilo que vira e sentira antes fora um pesadelo. Ao olhar ao seu redor ele se vê em um pequeno cômodo, em uma extremidade uma espécie de painel de controle, duas cadeiras onde Felipe estava sentado em uma e um homem de óculos em outra.

- Miguel! – Agumon que estivera sentado perto da cama do rapaz sem mover um músculo desde que haviam entrado no dirigível digital, pula em cima de Miguel com lágrimas nos olhos. – Você ta bem! Eu tava tão preocupado!

- Ai... Ta eu to legal, agora sai de cima de mim! – Miguel que havia sentado se deita novamente, sentia seu corpo tremendamente pesado, como se tivesse participado de uma maratona de uma semana. Felipe e Silas vinham caminhando em sua direção. O rapaz nota que seu amigo tinha alguns pequenos bandaids pelo rosto.

- Quem bom que você acordou cara! – Felipe se senta na cama perto dos pés de Miguel. – Tava ficando preocupado... – Apesar de tudo que havia ocorrido àquela noite, Felipe estava bastante normal, com seu sorriso amistoso característico no rosto. Era como se todo acontecido fosse algo comum para ele. O jogador nota o olhar curioso que Miguel lançava para Silas e logo o apresenta. – Ah, esse é o Silas, bem... Ele quem tirou agente daquela confusão.

Automaticamente Miguel se lembra de todo o ocorrido até a hora que o digisoul explodiu de dentro de seu peito, depois disso era tudo uma escuridão em sua cabeça. – Ai... Eu mal lembro das coisas... – De fato sua cabeça parecia explodir e também certo desconforto em seus músculos, que o leva a por a mão sobre a testa.

Desculpas pelo atrazo da PDM

Gente, foi mal por não postar o capitulo da PDM ontem, eu estava com problemas pessoais aqui e acabei esquecendo. Além disso parece que o autor não enviou o capitulo ainda XD
Mas a culpa em parte ainda é minha por ter esquecido de cobrar.
Então excepcionalmente, o capitulo dessa fic (que eu considero uma das melhores do blog) será postado hoje mais tarde.
A fic de hoje provavelmente será postada também, mas não tenho certeza porque essa é responsabilidade do Takato (Bizarramente, os e-mails do Autor da Digimon New Generation não aparecem quando eu acesso a caixa de e-mail do blog, sendo que é a mesma usada pelo Takato, e pra ele aparece. Isso acontece com alguns outros e-mails também, se alguem souber o motivo do gmail resolver mostrar alguns e-mails apenas pra quem ele tem vontade, me explique pra eu tentar resolver >___>)

Bem, até mais tarde com o cap da PDM o/

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Digimon PDM: Episódio 03 - Faça sua vontade, Desperte Digisoul!

Não recomendado para menores de 10 anos

Três dias haviam se passado desde o incidente com Alan. Miguel continua indo a escola muito a contra gosto mais vai, durante as aulas ele mantem Agumon em sua casa. “Nada que desenhos e comida não o deixem distraído por horas.” Por ter entrado no meio do ano e não ter freqüentado escola alguma antes, acabava ficando depois das aulas para fazer as provas passadas e obter alguma pontuação, assim terminava saindo mais ou menos no mesmo horário que Felipe saia do treino e voltava sempre conversando com o jogador, se tornando bons amigos.

- Sabe cara, porque não faz o teste pro time? – Felipe caminhava ao lado de Miguel pela rua, geralmente o jogador ia e voltava de bicicleta, só que como Miguel não tinha uma ele amistosamente caminhava ao lado do rapaz. – Vem jogar com agente vai ser show... Miguel?

- Ah... Nem sei cara, num sou bom de bola não... – O rapaz estava pensativo, desde a briga com Alan no parque, o ruivo havia desaparecido da escola, ninguém o tinha visto ou ouvido falar dele ultimamente, segundo Felipe às vezes isso acontecia, só que o fato incomodava a Miguel. Eles caminham por mais um pouco, até ficarem na frente da padaria da família de Felipe que logo se despede e entra. Miguel morava a duas quadras de lá e rapidamente chega em casa. – Cheguei...

- Ainda bem Miguel, os biscoitos acabaram! – Agumon descia correndo as escadas, seu focinho cheio de farelos de biscoitos. A casa ficava a maior parte do dia vazia como Miguel saia cedo pro colégio e só voltava no final da tarde e Raul seu pai era um pesquisador de campo, às vezes ficava dias fora ou então chegava muito tarde, assim o perigo dele encontrar Agumon era praticamente nulo, era só o dinossauro ficar longe das janelas. – Você demorou...

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Digimon PDM: Episódio 02 - Digimon, digimundo, digisoul...???

Não recomendado
para menores de 10 anos

Agumon corria incansavelmente, preso em suas costas estava uma espécie de mochila,
mais tinha a forma de algo parecido com uma estrela. – Tenho que chegar... – Ele
continua correndo, está em uma espécie de montanha, em uma ponta um precipício e
a queda ali seria mortal, a cada passo do digimon dinossauro algumas roxas se soltam
e caem fazendo barulhos em suas quedas pelo precipício. – Ainda falta... – Ele não
consegue terminar sua frase, só que não é por cansaço e sim algo que chama sua
atenção, algo assustador e monstruoso. – Você... – Ele distingue o inimigo pelo seu
poderoso olfato, o vulto apenas estica o que deveria ser uma mão ou uma garra.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Digimon PDM: Episódio 01 - Casa nova, vida nova e um digimon?

Não recomendado para
 menores de 10 anos


Era uma cidade isolada, no entanto tinha tudo o suficiente para viver bem nos dias de hoje,
supermercado, shopping e escolas. Enfim o bastante, naquele momento na Rua Euzébio
Guimarães na casa 818 havia um caminhão estacionado há sua frente, de dentro dele alguns
homens desciam com móveis e entravam na casa, mais atrás um carro vermelho estaciona e dele
descem um homem de aproximadamente 35 anos e um rapaz que devia ter em torno dos 16 anos
de idade:


- Bom, vamos morar aqui filho, o que achou da casa? – O mais velho pergunta ao mais novo
que balança os ombros querendo expressar “to nem ai” e responde.


- Igual às outras... Posso ir pro meu quarto? - O senhor suspira e afirma com a cabeça:


- Vá lá Miguel, mais depois desce pra me ajudar a guardar algumas coisas.

Seguidores


  ©Template Blogger Writer II by Dicas Blogger.

SUBIR